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Olho vermelho na piscina: entenda o real motivo

Refrescar-se nas águas de uma piscina é o sonho de muita gente no verão. Mas depois de passar um tempo em contato com a água da piscina, muitos banhistas percebem os olhos vermelhos e irritados

Em casos assim, por consequência o  cloro é apontado como o “vilão” que dá origem aos sintomas. Contudo, algumas pesquisas recentes feitas nos Estados Unidos revelaram que a causa deste problema é outra.

Neste artigo da hth®, você vai conhecer o verdadeiro motivo dos olhos vermelhos dos banhistas e como tratar a água da piscina para resolver o problema!

Água da piscina vs Irritação nos olhos

Segundo o US’s Healthy Swimming Program, os cientistas americanos descobriram que a urina, suor, oleosidade da pele e resíduos de cosméticos deixada na água pelos banhistas reage com o cloro. 

Assim, é formado um composto químico chamado de cloramina capaz de provocar irritação imediata nos olhos.  

Além disso, tal composto pode gerar, inclusive, gases venenosos que causam sérias consequências aos pulmões, coração e ao sistema nervoso.  

Presença de suor e óleos na água da piscina

Piscinas contaminadas pelo suor dos banhistas e por produtos oleosos como protetores e bronzeadores podem provocar e deixar os olhos vermelhos

Isso, de fato, é um problema recorrente em piscinas que não recebem o tratamento ideal com os produtos químicos certos. 

Já as piscinas que passam por manutenção constante e com aplicação de produtos na dosagem correta não apresentam esses riscos para quem deseja dar um refrescante mergulho. 

E vale destacar que um estudo da Universidade Estadual Paulista (Unesp) revela um dado mais alarmante! 

Em resumo, as atividades que oferecem contato prolongado dos banhistas com a água contaminada da piscina são as responsáveis por doenças como:

  • Conjuntivite infecciosa;
  • Inflamação da orofaringe;
  • Otite;
  • Síndromes disentéricas (diarreia);
  • Afecções de pele – dermatites

Sabe aquele “cheiro” de cloro? Não é cloro!

O odor, na verdade, é originado das substâncias químicas formadas pela reação do suor, urina e outras secreções corporais.

Em resumo, a urina excretada na água libera substâncias químicas que entram em reação com o cloro, dando origem a “subprodutos de desinfecção”, ou DPBs. Então, esses DPBs liberam fortes odores de cloro. 

Mas, ao contrário do que muitos imaginam, o odor de cloro não significa que o cloro esteja em excesso na piscina. 

O que de fato ocorre é que as cloraminas impedem a ação efetiva do cloro na purificação da água e na eliminação de bactérias e microrganismos. 

Cloramina: cargas orgânicas reduzem o efeito do cloro nas piscinas

Os pesquisadores citados na US’s Healthy Swimming Program também descobriram que a presença de urina na água da piscina reduz o efeito do cloro. 

A mistura do cloro usado na sanitização das piscinas com substâncias como suor, urina e produtos oleosos forma a cloramina. 

E, de fato, é a cloramina a grande responsável  pelos olhos vermelhos. Além disso, a cloramina torna os banhistas mais vulneráveis a doenças de pele causadas por bactérias e fungos, que podem viver por dias na piscina.

Por isso, os especialistas alertam: além dos cuidados com a aplicação dos produtos específicos na água da piscina, é de grande importância tomar uma ducha antes de entrar na água e nunca fazer as necessidades fisiológicas dentro do recinto.

Cuidados para evitar a formação da cloramina

Não urine na piscina!

Um dos primeiros cuidados que ajudam a evitar a formação da cloramina nas piscinas é, claro, a higiene. 

Sendo assim, é importante que os banhistas entendam que a piscina não é um local apropriado para fazer as necessidades fisiológicas.

Além disso, é essencial cuidar para que crianças e animais de estimação não urinem dentro da piscina. 

Outro fator :    pH  desajustado, muito alto ou muito baixo, também pode deixar os olhos irritados.

Se o espaço de lazer não é muito utilizado, o ideal é que seja coberto com uma lona. 

Aplicação de cloro para evitar proliferação de fungos e bactérias

O cloro é um dos produtos mais recomendados para manter a qualidade da água e sua cristalinidade.

Desde que manipulado da forma correta, seguindo a quantidade e a periodicidade recomendadas pelo fabricante.

A primeira ação para a aplicação do produto é calcular o volume de água contido na piscina. 

Dessa forma, fica mais fácil estabelecer a quantia exata do produto. Levando em conta os parâmetros de alcalinidade e pH da água nos níveis ideais.

Feito isso, o primeiro passo importante é avaliar se os parâmetros da água (medidos em pH) estão entre 7,0 e 7,4. 

A alcalinidade da piscina deve estar entre 80 e 120 ppm. Utilize a hth® Fita Teste, que ajuda a avaliar a concentração de cloro livre na água antes do tratamento.

Após o uso da Fita Teste, adicione o hth® Cloro Aditivado Mineral Brilliance 10 em 1, que elimina os germes causadores de frieira e candidíase, clarifica a água da piscina e previne a água verde por meio da eliminação de micropartículas na filtração.

Outros procedimentos para não ficar com os olhos vermelhos

Além da aplicação do cloro na dosagem ideal e de manter o recinto longe de contaminantes como suor e urina, veja outras medidas que ajudam a manter a saúde dos banhistas:

  • Não abra os olhos embaixo da água;
  • Ao nadar ou mergulhar, procure usar óculos de natação para maior proteção dos olhos;
  • Evite frequentar piscinas coletivas – clubes e academias;
  • Lave bem os olhos com água corrente ao sair da piscina;
  • Se os olhos já ficaram vermelhos, use colírios prescritos pelo médico;
  • Colírios caseiros, à base da mistura de misturar ¼ de colher de chá de bicarbonato de sódio em ½ copo de água também ajudam a reduzir a irritação ocular;
  • Compressa fria com chá de camomila é um remédio caseiro indicado para amenizar a vermelhidão. Isso porque a planta tem efeito calmante, sendo usada para tratar vários problemas oculares.

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